Minhas respostas eu encontro no puro silencio banhado de escuridão. Ali onde todos olham, todos ouvem, e ninguém vê e nem escuta. Ali onde nenhum deus pode alcançar. A palavras que falei, foram para o vento levar e serem esquecidas pelo mundo. A luz que ilumina é a mesma que cega. Num brilho desconhecido que surgiu junto ao som do silencio.
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
domingo, 7 de novembro de 2010
Caracterização - Husky Siberiano
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O Poeta da Presença
Nossa lista se resume
Na historia da loucura.
O amor verdadeiro
Muda com a música
que toca a alegria
É fantastico como os sonhos
estão abertos no sofrimento
da imaginação passada
As melhores danças
naufraga na vida,
no vento, nos mortos.
Intimidade é mentira,
emoção falecida,
presença faz a alma
nos tornar iguais.
Os olhos aposto,surpreende a poesia.
Na historia da loucura.
O amor verdadeiro
Muda com a música
que toca a alegria
É fantastico como os sonhos
estão abertos no sofrimento
da imaginação passada
As melhores danças
naufraga na vida,
no vento, nos mortos.
Intimidade é mentira,
emoção falecida,
presença faz a alma
nos tornar iguais.
Os olhos aposto,surpreende a poesia.
domingo, 15 de agosto de 2010
O que nos move a criar?
Essa pergunta é meio doida, meio cheia de possibilidade.
Essa era a pergunta que movia a primeira semana de recepção dos calouros do curso.
Sem querer acabei no meio de um roda em que cada um falava a sua percepção sobre o assunto, e de repente, como sempre, me peguei pensando osbre o assunto e só conseguia pensar em uma coisa:
"O que NÃO me move a criar?" e para essa pergunta eu não achei nenhuma resposta.
Tudo é uma grande criação não é? Todos criam coisas 24h por dia. Criamos sonhos. Criamos respostas. Criamos movimentos. Criamos pensamentos. Criamos vontades. Criamos esperanças...
Então eu não sei falar o que me move a criar, pois tudo parte de uma criação.
As vezes não precisa de um movito para criar um movimento, uma fala, uma ideia...As vezes precisa.
Podemos criar apartir de temas, escolhido pela gente ou por outros. De sonhos, que temos acordados ou dormindo. De vontades. De imagens, que vemos ou criamos. De musica, que ouvimos ou sentimos. De amores, que tivemos ou só ficamos sabendo. De tristezas, proprias ou do mundo. De alegrias. De sorrisos. De sentimentos. De sensações. De silencio. De solidão. De companhia. De conversas. Então me fala. O que não te move a criar?
Eu crio a partir de tudo, a diferença é que algumas coisas eu guardo pra mim, no meu intimo, no meu pensamento, e outras eu jogo para o mundo, mas não deixo de criar.
A criação parte da primeira gota de vida que recebemos.
Essa era a pergunta que movia a primeira semana de recepção dos calouros do curso.
Sem querer acabei no meio de um roda em que cada um falava a sua percepção sobre o assunto, e de repente, como sempre, me peguei pensando osbre o assunto e só conseguia pensar em uma coisa:
"O que NÃO me move a criar?" e para essa pergunta eu não achei nenhuma resposta.
Tudo é uma grande criação não é? Todos criam coisas 24h por dia. Criamos sonhos. Criamos respostas. Criamos movimentos. Criamos pensamentos. Criamos vontades. Criamos esperanças...
Então eu não sei falar o que me move a criar, pois tudo parte de uma criação.
As vezes não precisa de um movito para criar um movimento, uma fala, uma ideia...As vezes precisa.
Podemos criar apartir de temas, escolhido pela gente ou por outros. De sonhos, que temos acordados ou dormindo. De vontades. De imagens, que vemos ou criamos. De musica, que ouvimos ou sentimos. De amores, que tivemos ou só ficamos sabendo. De tristezas, proprias ou do mundo. De alegrias. De sorrisos. De sentimentos. De sensações. De silencio. De solidão. De companhia. De conversas. Então me fala. O que não te move a criar?
Eu crio a partir de tudo, a diferença é que algumas coisas eu guardo pra mim, no meu intimo, no meu pensamento, e outras eu jogo para o mundo, mas não deixo de criar.
A criação parte da primeira gota de vida que recebemos.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
O que te prende?
O que te prende nessa vida ?
Família? Dinheiro? Idade? Jesus? Namoro? Pais? Trabalho? Medo? Estudos? Falta de fé? A mente? O coração?
Você tem um sonho, um que você ainda não foi atras?
E por que você não foi? O que te impediu de ir?
Se você cansasse de tudo e quisesse fugir? Você iria sem avisar ninguém? Sem olhar pra traz?
Não? Por que não?
"A maior prisão das pessoas é a própria mente, estamos presos ao nossos desejos. Desejos da mente. Pensamentos. Vontades."
"As pessoas ficam presas por não ter Jesus no coração. Eu estou preso a Jesus, mas essa é uma boa prisão para mim."
"O que me prende nessa vida? Nada. Não tenho ninguém com que me preocupar, e ninguém para se preocupar por mim!"
"Boa sorte na sua procura. Precisamos de mais pessoas assim. Vou pensar o que me prende na vida e ver o que faço com isso. "
"Meu pai! Ele é do passado sabe? Acha que o mundo era o mesmo de antes. Não quer que eu estude por que acha que eu vou só festejar. Quer que eu arranje um trabalho e seguia a vida que der."
"Meus pais, porque eu queria estudar, fazer faculdade, tentar algo diferente, mas eles falam que estudar é pra rico. Mesmo tempo faculdade publica e tudo mais."
Qual é a maior prisão?
Aquela que escolhemos nos prender ou aquela que fomos presos sem querer?
Será que vale a pena cortar essas cordas que nos envolve? Ou elas também podem nos proteger?
E você? Me diz o que te prende nessa vida!
Família? Dinheiro? Idade? Jesus? Namoro? Pais? Trabalho? Medo? Estudos? Falta de fé? A mente? O coração?
Você tem um sonho, um que você ainda não foi atras?
E por que você não foi? O que te impediu de ir?
Se você cansasse de tudo e quisesse fugir? Você iria sem avisar ninguém? Sem olhar pra traz?
Não? Por que não?
"A maior prisão das pessoas é a própria mente, estamos presos ao nossos desejos. Desejos da mente. Pensamentos. Vontades."
"As pessoas ficam presas por não ter Jesus no coração. Eu estou preso a Jesus, mas essa é uma boa prisão para mim."
"O que me prende nessa vida? Nada. Não tenho ninguém com que me preocupar, e ninguém para se preocupar por mim!"
"Boa sorte na sua procura. Precisamos de mais pessoas assim. Vou pensar o que me prende na vida e ver o que faço com isso. "
"Meu pai! Ele é do passado sabe? Acha que o mundo era o mesmo de antes. Não quer que eu estude por que acha que eu vou só festejar. Quer que eu arranje um trabalho e seguia a vida que der."
"Meus pais, porque eu queria estudar, fazer faculdade, tentar algo diferente, mas eles falam que estudar é pra rico. Mesmo tempo faculdade publica e tudo mais."
Qual é a maior prisão?
Aquela que escolhemos nos prender ou aquela que fomos presos sem querer?
Será que vale a pena cortar essas cordas que nos envolve? Ou elas também podem nos proteger?
E você? Me diz o que te prende nessa vida!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O que te prende?
O que te prende nessa vida?
Você tem algum sonho?
Por que você não corre atras dele?
O que te prende pra não fazer isso?
Essas são as cordas que me prendem nessa cadeira,
Eu não tenho como sair dela sem soltar minhas cordas.
Quais cordas que estão em volta de você?
O que você faria se não tivesse nada te prendendo?
Escreve aqui o que mais te prende na vida!
Você tem algum sonho?
Por que você não corre atras dele?
O que te prende pra não fazer isso?
Essas são as cordas que me prendem nessa cadeira,
Eu não tenho como sair dela sem soltar minhas cordas.
Quais cordas que estão em volta de você?
O que você faria se não tivesse nada te prendendo?
Escreve aqui o que mais te prende na vida!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Solange:
"Berre à vontade! pode até lançar seu grito derradeiro, Madame! Enfim! Madame está morta! Estendida no linólio... Estrangulada pelas luvas de lavar panelas. Madame pode permanecer sentada! Madame pode me chamar de senhorita Solange! Justamente. É por causa do que eu fiz. Madame, o doutor me chamará Senhorita Solange Lemercier... Madame devia ter tirado o vestido preto, é grotesco. Eis-me aqui reduzida, por luto a minha criada. A saída do cemitério, todos os empregados do bairro desfilavam diante de mim como se eu fosse alguém da família. Tantas vezes fiz de conta que ela pertencia à família. Vai ver que a morte levou esse gracejo até as últimas conseqüências. Oh! Madame, sou sua igual Madame, e ando de cabeça erguida... Não, senhor inspetor, não... o senhor não saberá nada sobre o meu trabalho. Nada sobre o nosso trabalho em comum. Nada sobre a nossa colaboração para esse assassinato... Os vestidos? Oh! Madame pode guardá-los. Minha irmã e eu tínhamos os nossos. Aqueles que vestíamos a noite, escondida. Agora tenho meu vestido e sou sua igual. Estou com a toalete vermelha das criminosas. Faço rir o doutor? Faço o doutor sorrir? Ele pensa que as criadas devem ter bom gosto de não fazerem festos que estão reservados à Madame! Verdade que me perdoa? É a bondade em pessoa. Que competir comigo em grandeza. Mas a que eu conquistar é a mais selvagem... Madame começa a perceber minha solidão! Finalmente! Agora estou sozinha, medonha. Podia lhe falar com crueldade, mas posso ser boa. Seu medo vai passar, Madame. Vai passar completamente. No meio das suas flores, seus perfumes, seus vestidos. Aquele vestido branco que a senhora usava à noite no baile de ópera, aquele vestido branco que eu não deixo ela vestir nunca. E no meio das suas jóias dos seus amantes. Quanto a mim, tenho, minha irmã. Sim, ouso falar nela. Ouso, Madame. posso ousar tudo. E quem poderia me fazer falar? Quem teria a coragem de me dizer: "minha filha"? Eu servi. Fiz os gestos que são necessarios para servir. Sorri para Madame. Me abaixei para lavar os ladrilhos, me abaixei para fazer a cama, me abaixei para descascar legumes, para escutar atrás das portas, colar meu olho nas fechaduras. Mas agora estou de pé. E fimer. Sou a estranguladora. A senhorita Solange, aquela que estrangulou a irmã! Me calar! Madame é mesmo delicada. Mas tenho pena da brancura da Madame, da sua pele acetinada, das suas orelhinhas, dos seus pulsinhos... Eu sou a falinha petra, tenho os meus juízes. Sou da polícia... Claire? Ela gostava muito, muito mesmo da Madame! ... Não senhor inspetor, diante deles não explico nada. Essas coisas só interessam a nós... Aquilo, minha filha, a nossa noites, nossa! Nem vocês nem ninguém vai saber nada, senão que desta vez Solagen foi até o fim. Vocês a estão vendo vestida de vermelho. Ela vai sair. Sair. Descer a grande escadaria! A polícia a acompanha. Saiam à sacada para vê-la seguir entre os negros penitentes. É meio-dia. E, assim, leva na mão uma tocha de nove libras. Logo atrás, o carrasco segreda-lhe ao ouvido palavras de amor. O carrasco me acompanha, Claire! Ela será reduzida em cortejo pos todas as criadas do bairro, por todos os demésticos que acompanharam Claire à sua última morada. Levam coroas, flores, bandeirolas, tocam o dobre de finados. O enterro desdobra sua pompa. Lindo, não. Vêm primeiro os mordomos, de fraque, sem forro de seda. Trazem suas coroas. Depois os criados de libré, os lacaios de culote curto e mais brancas. Trazem as nossas cores. Vêm os porteiros e vêm ainda as delegações do céu. E eu as conduzo. O carrasco me embala. Todos clamam. Estou pálida e vou morrer! Quantas flores! Deram-lhe um lindo enterro, não. Oh! Claire, minha pobrezinha Claire! Não adianta, Madame, obedeço à polícia. Só ela me compreende. Ela também é do mundo dos réprobos. Agora somos a senhorita Solange Lemercier. A mulher Lemercier. A Lemercier. A célebre criminosa. Claire, nós estmos peridas."
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Encenação no século XVIII
Pode-se dizer que o estudo teórico da encenação do ator no teatro começa no século XVIII, provocadas por inquietações pessoais de três atores e estudiosos: Luigi Riccoboni, Carlo Goldoni e Denis Diderot. Eles questionam a maneira de se fazer teatro, com preocupações de resgatar ou aperfeiçoar os métodos do fazer teatral. Começando o estudo por ordem cronológica, que também traz uma ordem de modificação de pensamento da época, falaremos de Luigi Riccoboni.
Riccoboni acreditava que os atores, antes de pensar em um estilo de representação, devia trazer a consciência da personagem para o palco, fazendo assim a cena ser mais próxima da realidade, criando uma ilusão de que a cena que se passa são os personagens reais que estão fazendo. Tentando evitar ao máximo que os espectadores vejam atores em cena atuando. O ator não deve convencer racionalmente o público, mas deve comover e iludir a si mesmo e aos demais, sempre se preocupando em não exagerar e perder os traços humanos.
Mas é preciso ter cuidado ao trabalhar a alteração do humor da personagem, pois existe diferença entre mudar a fisionomia para expressar sentimentos, e fazer caretas. Se a peça for composta com entusiasmo, o ator também deve entusiasmar-se ao falar, sem perder o distanciamento necessário para surpreender o público que se aproxima da cena pela emoção. O texto fechado acarreta uma mecanicidade que impede o público de acreditar no que está sendo dito, por isso é tão importante o uso da improvisação, que traz uma organicidade maior para a atuação, que faz com que o espectador acredite em tudo que for dito. Por conseguinte, se a interpretação for de certa forma agida naturalmente, a ilusão e a percepção da platéia serão perfeitas.
Seguindo a idéia de Riccoboni, Goldoni também traz um estudo mais aproximado à realidade. Trabalha situações retiradas da realidade, facilitando aos atores de conseguir sentimentos mais reais, podendo assim aprofundar o estudo psicológico da personagem. Esse estudo faz com que os atores não caiam em uma mecanicidade, deixando a atuação mais fluida e orgânica.
Em contraponto, Goldoni prefere escrever integralmente todos os diálogos desenvolvidos, eliminando a característica de improviso, que Riccoboni acreditava trazer mais veracidade a cena. Com isso valoriza o ator, por meio da dramaturgia que é mais adequada.
Diderot acreditava muito no que Riccoboni e Goldoni traziam, mas tinha outra forma de se chegar a esse resultado. Ele se desprende do texto trabalhando mais a relação do ator com a peça, dando grande importância a voz, o gesto e o ator em relação aos silêncios, evitando assim a teatralidade excessiva, impedindo que o ator caísse em um abismo de linguagem entre o drama e a vida. Diderot também era um critico de teatro em relação à atuação, trazendo assim algumas perguntas essenciais para os atores da época: “No que consiste a busca pela vida no teatro”, “Como manter no tempo a qualidade do trabalho do ator?”, “Existe arte verdadeira se o ator não vive o personagem?”. Essas perguntas traduziam sua idéia de atuação.
Outro processo muito usado por ele é o da exaustão, após inúmeros ensaios, o ator consegue atingir a perfeição na imitação, depois de ter um distanciamento da primeira perspectiva da personagem e do texto, sua sensibilidade aflora o talento. Com isso a representação cria um afastamento entre personagem e ator, pelo fato de que representando a personagem impede que ele a seja por completo. Ou seja, encontra a diferença entre a realidade do ator e da personagem.
Felipe Braccialli e Gabriel Pazotto
Riccoboni acreditava que os atores, antes de pensar em um estilo de representação, devia trazer a consciência da personagem para o palco, fazendo assim a cena ser mais próxima da realidade, criando uma ilusão de que a cena que se passa são os personagens reais que estão fazendo. Tentando evitar ao máximo que os espectadores vejam atores em cena atuando. O ator não deve convencer racionalmente o público, mas deve comover e iludir a si mesmo e aos demais, sempre se preocupando em não exagerar e perder os traços humanos.
Mas é preciso ter cuidado ao trabalhar a alteração do humor da personagem, pois existe diferença entre mudar a fisionomia para expressar sentimentos, e fazer caretas. Se a peça for composta com entusiasmo, o ator também deve entusiasmar-se ao falar, sem perder o distanciamento necessário para surpreender o público que se aproxima da cena pela emoção. O texto fechado acarreta uma mecanicidade que impede o público de acreditar no que está sendo dito, por isso é tão importante o uso da improvisação, que traz uma organicidade maior para a atuação, que faz com que o espectador acredite em tudo que for dito. Por conseguinte, se a interpretação for de certa forma agida naturalmente, a ilusão e a percepção da platéia serão perfeitas.
Seguindo a idéia de Riccoboni, Goldoni também traz um estudo mais aproximado à realidade. Trabalha situações retiradas da realidade, facilitando aos atores de conseguir sentimentos mais reais, podendo assim aprofundar o estudo psicológico da personagem. Esse estudo faz com que os atores não caiam em uma mecanicidade, deixando a atuação mais fluida e orgânica.
Em contraponto, Goldoni prefere escrever integralmente todos os diálogos desenvolvidos, eliminando a característica de improviso, que Riccoboni acreditava trazer mais veracidade a cena. Com isso valoriza o ator, por meio da dramaturgia que é mais adequada.
Diderot acreditava muito no que Riccoboni e Goldoni traziam, mas tinha outra forma de se chegar a esse resultado. Ele se desprende do texto trabalhando mais a relação do ator com a peça, dando grande importância a voz, o gesto e o ator em relação aos silêncios, evitando assim a teatralidade excessiva, impedindo que o ator caísse em um abismo de linguagem entre o drama e a vida. Diderot também era um critico de teatro em relação à atuação, trazendo assim algumas perguntas essenciais para os atores da época: “No que consiste a busca pela vida no teatro”, “Como manter no tempo a qualidade do trabalho do ator?”, “Existe arte verdadeira se o ator não vive o personagem?”. Essas perguntas traduziam sua idéia de atuação.
Outro processo muito usado por ele é o da exaustão, após inúmeros ensaios, o ator consegue atingir a perfeição na imitação, depois de ter um distanciamento da primeira perspectiva da personagem e do texto, sua sensibilidade aflora o talento. Com isso a representação cria um afastamento entre personagem e ator, pelo fato de que representando a personagem impede que ele a seja por completo. Ou seja, encontra a diferença entre a realidade do ator e da personagem.
Felipe Braccialli e Gabriel Pazotto
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Teatro Pós-Rômantico
Ai ai, desdas 3 horas da tarde fazendo ficha de leitura, decidi tomar um descanço e assistir cqc com o parceiro de casa. Dar um pouco de risada é bom pra relaxar a cabeça, já que minha ideia inicial de pausa não deu certo, isso vale.
"O chamado teatro pós-romântico, aquele que margeia as tênuas fronteiras diferenciadoras do naturalismo e do impressionismo, não foi rico em produções "classicas", embora tenha sido responável pela preparação ou pela irradiação das principais linhas do teatro moderno: o naturalismo, o absurdo e o épico."
KHÉDE, Sônia Salomão. O teatro pós-romântico. In: PORTELLA, Eduardo (dir.). Teatro sempre 72. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, jan.-mar. 1983. p.116
"O chamado teatro pós-romântico, aquele que margeia as tênuas fronteiras diferenciadoras do naturalismo e do impressionismo, não foi rico em produções "classicas", embora tenha sido responável pela preparação ou pela irradiação das principais linhas do teatro moderno: o naturalismo, o absurdo e o épico."
KHÉDE, Sônia Salomão. O teatro pós-romântico. In: PORTELLA, Eduardo (dir.). Teatro sempre 72. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, jan.-mar. 1983. p.116
E isso é só o começo...
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